Cheesecake de Chocolate e Cereja | Leite Condensado

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Escrito por admin | Publicado em Doces, Mais Visitadas, Receitas | 03-11-2009

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Autor: Pillsbury.com
Cheesecake de Chocolate e  Cereja | Leite Condensado

Receita simples e fácil de cheesecakes que podem ser estocados no refrigerador.

Tempo de Preparo: 35 Minutos
Tempo Total: 2h10min
Rendimento: 48 pedaços

Ingredientes:

- 1 pacote de biscoito de manteiga ou leite ou aveia e mel (ou qualquer um que vire uma farofa quando amassado)
- 1 ovo
- 1 pacote de cream cheese (240g)
- 2 ovos
- 1 lata de leite condensado
- 1/4 colher de chá de essência de amêndoas
- 3 gotas de corante alimentício vermelho
- 1 copo de cerejas ao marasquinho, bem picadas, secas no papel toalha
- 1 saquinho (ou dois copos) de gotas de chocolate levemente doces
- 1/2 copo de manteiga ou margarina
- 1/2 copo de chantilly

Modo de Preparo

1. Aqueça o forno a 180°C. Unte uma assadeira retangular de 30cmX20cm e despeje nela os biscoitos de manteiga bem quebrados (farofa). Com os dedos enfarinhados, pressione a farofa no fundo da panela para formar uma massa. Cozinhe de 10 a 15 minutos ou até que fique levemente dourada.

2. Enquanto isso, num recipiente pequeno, bata 1 clara até o ponto de neve. Após, espalhe-a sobre a massa. Leve ao forno por mais 3 minutos ou até dourar a clara.

3. Enquanto isso, num recipiente grande, bata o cream cheese num mixer ou no liquidificador em potência média até ganhar consistência cremosa. Adicione a gema, 2 ovos, o leite condensado, a essência de amêndoa e o corante; bata até misturar bem. Misture com as cerejas picadas.

4. Despeje a mistura de cereja sobre a massa. Asse de 16 a 20 minutes. Espere esfriar (45 minutos).

5. Enquanto isso, numa panela média, aqueça as gotas de chocolate e a manteiga em fogo baixo, mexendo sempre, até derreter completamente e tornar-se cremoso. Retire do fogo. Aguarde o resfriamento por mais ou menos 20 minutos.

6. Misture o chantilly com o creme de chocolate até obter uma mistura homogênea. Espalhe sobre o cheesecake. Leve ao refrigerador por mais ou menos 30 minutos ou até o chocolate endurecer. Corte em 6 ou 8 pedaços. Estoque no refrigerador.

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Escrito por marizinhafernandez | Publicado em Comunicados, Loja LeiteCondensado.com, Mais Visitadas | 08-01-2009

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A História do Brigadeiro

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Escrito por marizinhafernandez | Publicado em História do Leite Condensado | 15-01-2008

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Brigadeiro - originalmente brasileiro!
Acusa-se o leite condensado de padronizar o sabor de antigos doces brasileiros, sobrecarregando-os de açúcar, comprometendo sua delicadeza e ajudando a destruir a diversidade do paladar nacional. A crítica faz sentido. Fascinados pela sua cremosidade, homogeneidade e concentração de sacarose que chega a doer na garganta, adquirimos o hábito de despejá-lo em tudo. Só porque o consideramos gostoso, achamo-nos no direito de modificar ícones centenários, como o pudim de leite e a sericaia de Elvas, ambos nascidos nos conventos portugueses dos tempos coloniais.

Entretanto, sem o leite condensado, que chegou da Suíça no início do século XX com o nome de Leite Moça, não haveria brigadeiro, o docinho mais amado do Brasil. Favorito das crianças, converteu-se na estrela das suas festas.

As informações sobre onde e quando o brigadeiro foi inventado se mostram imprecisas. Quanto à autoria, parece ter sido coletiva. Afinal, nada mais elementar ou intuitivo do que combinar seus ingredientes: leite condensado, chocolate e manteiga. Inicialmente, chamava-se negrinho, em alusão à massa escura. Até hoje os gaúchos o denominam assim.

A voz do povo informa que virou brigadeiro em 1945, quando Eduardo Gomes disputou com Eurico Gaspar Dutra a presidência da República, sendo derrotado nas urnas. Brigadeiro da Aeronáutica, ele ajudara a escrever um capítulo da história do Brasil. Foi um dos líderes do Tenentismo, movimento político emergido entre oficiais jovens das Forças Armadas, celebrizado pela rebelião militar de 1922. No dia 5 de julho, um grupo formado por três oficiais, quinze praças e um civil que se juntou no trajeto, saiu do Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro, e enfrentou a tropa governamental fortemente armada. O combate durou 30 minutos. O futuro Brigadeiro sofreu um tiro de fuzil e caiu gravemente ferido.

Eduardo Gomes ainda fundou o Correio Aéreo Nacional e se converteu em patrono da Força Aérea Brasileira. Em 1950, voltou a disputar a presidência, perdendo para Getúlio Vargas. ‘Vote no Brigadeiro, que é bonito e é solteiro’, dizia o slogan eleitoral, que não lhe rendeu os votos necessários, mas fascinou as mulheres. Dutra era homem feio e Getúlio nunca constituiu padrão de beleza.

Duas versões explicam o nome do docinho difundido nacionalmente a partir dos anos 50. A primeira conta que mulheres do Rio de Janeiro, engajadas na campanha de Eduardo Gomes, preparavam negrinhos em casa e os vendiam na rua com o nome de brigadeiro, destinando o dinheiro ao fundo de campanha. A outra, espalhada pelos adversários do candidato, é difícil contar sem incorrer em vulgaridade. Mas, como circula no país, precisamos registrá-la. O tiro desferido em Eduardo Gomes na rebelião do Forte de Copacabana haveria atingido os testículos. Ora, a receita do docinho brigadeiro não utiliza ovos. Assim, o nome teria conotação maldosa.

Apesar de batizada no Rio de Janeiro, a receita provavelmente se originou em São Paulo na década de 20 ou 30. A dedução se baseia em uma evidência. Quando o docinho surgiu, seus ingredientes básicos eram elaborados no Estado. Em 1921, a Nestlé abriu em Araras, a 171 quilômetros da capital paulista, a fábrica número um no Brasil e logo passou a elaborar o pioneiro Leite Moça. O produto representa até hoje o maior volume de vendas entre os mais de mil itens que industrializa no país. Ainda em 1921, começou a funcionar no bairro da Mooca, em São Paulo, uma prestigiada indústria de chocolates. Chamava-se Gardano. Fabricava um chocolate em pó de qualidade e prestígio, conhecido entre os consumidores como ‘chocolate dos padres’, por reproduzir na embalagem uma tela do pintor toscano Alessandro Sani, do século XIX, na qual dois sorridentes monges católicos aparecem diante de uma panela e de um prato. Também fabricava o Mentex. Foi incorporada pela Nestlé em 1957, mas os monges permaneceram na embalagem. Até hoje ilustram o Chocolate em Pó Solúvel Nestlé, com a pintura original de Sani transformada em desenho.

Coincidentemente, as antigas receitas de brigadeiro recomendam ‘chocolate dos padres’ e Leite Moça. A elaboração do brigadeiro, embora simples, pressupõe o domínio de certos truques. ‘Pode-se deixar a massa cozinhar menos ou mais tempo’, ensina o pâtissier Flávio Federico, de São Paulo. ‘No primeiro caso, haverá um docinho de textura macia; no outro, ele ficará meio puxa-puxa e grudará nos dentes’. Existe um terceiro segredo. ‘Caso seja preparado em fogo muito alto e houver um movimento não uniforme da espátula ou colher na panela, o açúcar do leite condensado caramelizará e formará pequenas bolinhas crocantes na massa’, acrescenta Flávio Federico.

Ambrosia com Leite Condensado

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Escrito por marizinhafernandez | Publicado em Doces, Receitas | 13-01-2008

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Na antiguidade, na Grécia, esta palavra se referia a uma bebida tomada pelos deuses do Olimpo, que também imortalizava o humano que a tomasse. Aqui a receita é de um doce que tem gosto de fazenda e tradição brasileira.

Rendimento: 8 porções de 100 g
Tempo de preparo: 15 minutos (mais 1 hora de cozimento)
Valor Calórico: 260 kcal

Ingredientes:

- 1 litro de Leite Longa Vida Desnatado
- 1 caixinha de Leite Condensado 395 g
- 6 ovos
- 300 g
- 1 pedaço pequeno de casca de limão
- 1 pedaço médio de casca de laranja
- 1 pitada de cravo-da-índia em pó
- 2 colheres (chá) de canela em pó 3 g

Modo de preparo:

Coloque na panela o leite condensado, as cascas de limão e de laranja, o cravo e canela. Leve para cozinhar em fogo baixo, mexendo de vez em quando, por 30 minutos ou até reduzir o volume. Enquanto isso, coloque as claras na tigela da batedeira e bata até obter picos firmes. Acrescente as gemas, uma a uma, sem parar de bater. Despeje ao leite fervente e deixe cozinhar em fogo baixo por 15 minutos. Quando a parte de baixo estiver cozida, faça cortes na massa e vire-a cuidadosamente. Cozinhe por mais 15 minutos. Retire do fogo e quando estiver morna, despeje a ambrósia em taças. Sirva gelada, polvilhada com canela em pó.

Arroz Doce com Leite Condensado

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Escrito por marizinhafernandez | Publicado em Doces, Mais Visitadas, Receitas | 13-01-2008

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Rendimento: 4 porções

Ingredientes:

- 1 xícara(s) (chá) de arroz
- 1 lata(s) de leite condensado
- quanto baste de canela-da-china em pó para polvilhar

Modo de preparo:

Lave o arroz e escorra bem. Leve ao fogo numa panela grande com 2 litros de água, quando ferver abaixe o fogo e cozinhe até que o arroz fique macio. Acrescente o leite condensado, coloque em tacinhas e polvilhe com canela em pó.

História do Leite Condensado

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Escrito por admin | Publicado em História do Leite Condensado | 13-01-2008

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Milkmaid

O Leite Condensado surgiu quando o norte-americano Gail Borden, tentando desidratar o leite comum, descobriu que, antes de transformar-se em leite em pó, o produto se tranformava em leite condensado.

A invenção de Borden, patenteada em 1856, só foi valorizada quando estourou a Guerra Civil Americana, quatro anos depois. Transportando leite em pó e leite condensado para as tropas – e depois colocando esses produtos no mercado – Gail Borden ficou rico.

O leite condensado comercial possui uma alta adição de açúcar, mas existe variades in natura que é o leite evaporado, e não contém açúcar.

Possui como ingredientes em sua composição: leite integral, açúcar, leite em pó integral e lactose.

Leite condensado é o ingrediente principal do Brigadeiro (doce).

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Leite_condensadoHistória do Leite Condensado

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Na Guerra de Secessão nos EUA (1861 – 1865) o leite consumido pelos combatentes no ”Front”,era levado através de tração animal o que era um problema, pois o leite estragava-se no transporte. O calor aumenta a pericibilidade do leite, e precisavam achar uma maneira de levar o leite do quartel até o front de batalha sem que ele estragasse.

A solução encontrada foi mudar o ”ph” do produto, já que em índices mais baixos (ácido) o leite se conservaria por mais tempo. As vantagens obtidas foram: maior tempo de conservação do produto, o leite tornou-se mais energético e o custo do produto permaneceu baixo.

Estava inventado, acidentalmente, o leite condensado. O produto não havia sido patenteado.

Produção e Comercialização

Só depois surge a primeira indústria criada especialmente para a produção comercial do leite condensado. A ”Anglo-Swiss Condensed Milk” (1866), que acabou gerando o nome do gênero do produto.

Então em 1873 a Nestlé (Suíça) adquiri a ”Anglo-Swiss” e passa a produzir e comercializar o Leite Condensado em todo o mundo.
Propaganda do Leite Condensado

Primeira Fábrica Nestlé no Brasil (1921 Araras-SP)

1o. Produto: Leite Condensado Moça.

Durante cerca de 50 anos a Nestlé não teve concorrência para o ”Leite Condensado Moça” no Brasil.

Mudança do ”Market Share” no Brasil já na década de 80 do leite condensado:

Nestlé – 60% do mercado
Mococa – 25% do mercado
Glória – 15% do mercado

Estratégias da Nestlé

A primeira reação estratégica da Nestlé foi o lançamento do leite condensado em sabores. Sabor chocolate e café (1980) que foi um fracasso devido à inversão do conceito de uso alternativo praticado pelo consumidor. Pois comprando o Leite Condensado Tradicional o consumidor poderia adicionar sabores ou não, assim teria mais opção.

A segunda reação estratégica da Nestlé foi a embalagem alternativa Bisnaga em 1985. Com esse produto não seria mais necessário abridor, colher e teria apenas uma tampa. O problema foi que o consumidor caracterizou o produto apenas por ”modismo”. Semelhante a outros produtos, o desuso sempre chega logo.

Foi feita então uma pesquisa pela Nestlé para saber as principais formas de consumo do Leite Condensado. E tiveram como resultado: adoçante (substituindo o açúcar); em ”natura” (bebido como leite condensado); em ”batidas” (para adocicar e dar cremosidade em bebidas); em salada de frutas (substituindo o chantilly) ou como matéria-prima para a produção de doces,coberturas e recheios (principal aplicação).

A terceira reação estratégica da Nestlé que foi o lançamento da linha ”Moça Fiesta” em Agosto/1988, como alternativa para o consumo de produtos acabados (doces caseiros e coberturas/recheios) que utilizam o leite condensado como matéria-prima. Foi um sucesso.

Essa terceira estratégia além de ter sido um sucesso por ser um produto novo no mercado, facilitar a vida das pessoas com receitas no verso e mesclar produtos da própria Nestlé; alavancou os lucros da empresa devido ao auto-fornecimento (Nestlé passa a ser fornecedora de si mesma para outra linha de produtos dela própria). Chamado de Mercados Complementares, na medida em que crescem as vendas de ”Moça Fiesta”, se verifica também um crescimento das ”vendas” (indireta) do leite Moça.

Fonte: loucoespm.blog.uol.com.br/

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Milkmaid – O Leite da Moça

A história do leite condensado começou em 1867 quando o americano George H. Page, proprietário da empresa Anglo Swiss Condensed Milk iniciou na cidade de Cham na Suíça, a fabricação de leite condensado, utilizando o leite abundante e de boa qualidade produzido no país. A Sociedade Nestlé, por sua vez, iniciou a fabricação de leite condensado logo a seguir. Essa concorrência entre as duas empresas terminaria em 1905, numa fusão que deu origem a Nestlé e a Anglo Swiss Condensed Milk Co. A jovem com trajes típicos que aparecia nos rótulos das embalagems era uma camponesa suíça do século XIX. Naquela época, o leite condensado mais popular da Suíça tinha a marca La Laitière, que significa “vendedora de leite”. Quando esse leite foi exportado para outros países, procurou-se um nome equivalente na língua de cada região para onde o produto foi levado, nome sempre associado à figura da camponesa típica com os baldes de leite. Em espanhol, por exemplo, foi adotada a marca La Lechera. Os primeiros carregamentos de leite condensado chegaram ao Brasil em 1890 e era uma alternativa ao leite fresco, cujo abastecimento era problemático. O produto da The Nestlé and Anglo Swiss Condensed Milk Company era vendido nas drogarias e, inicialmente, seu nome era Milkmaid. Mas as pessoas tinham dificuldade para pronunciar esse nome e passaram a chamar o produto de o “leite da moça”, referindo-se à ilustração da camponesa. A princípio utilizado como bebida (reconstituído com água), o leite condensado podia ser armazenado por muito tempo, o que era importante em períodos de escassez.

Leite MoçaQuando a Nestlé abriu sua primeira fábrica no país, em 1921, na cidade de Araras, em São Paulo, e começou a produzir o produto, optou pelo nome criado espontaneamente, Leite Moça. Somente durante a Segunda Guerra Mundial donas de casa passaram a utilizá-lo em doces e sobremesas. Em 1955, o rótulo de Leite Moça, em sua parte traseira, passou a indicar o produto para uso culinário ou doméstico na preparação de diversos pratos. No ano de 1962, o rótulo do produto trazia suas primeiras receitas: Pudim e Doce de leite. Em 2001 ocorreu o lançamento do Leite Moça Desnatado. Três anos mais tarde, pela primeira vez em sua história, a lata do produto foi modificada, ganhando um visual moderno e cheio de curvas. Antes víamos a figura de uma moça comportada, até meio apagada. Hoje a coisa mudou totalmente: a senhorita ganhou traços mais definidos e, por que não dizer, uma certa sensualidade.

Você Sabia?

* O Leite Moça é uma das marcas mais queridas e apreciadas pelos consumidores de todo Brasil. Presente na maioria dos lares, o produto virou sinônimo de categoria e sua marca tornou-se uma das mais fortes entre os produtos alimentícios no Brasil. É a marca que mais investe em marketing e comunicação na categoria de leite condensado, sendo também o que mais inova e difunde os diversos e deliciosos usos do produto.

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