Rafinha esconde leite condensado – BBB8 | Globo.com

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Escrito por marizinhafernandez | Publicado em Leite Condensado na Imprensa | 25-02-2008

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Rafinha, Gisele e Felipe - BBB8 | Globo.com26/02/2008 – 00h35 – Atualizado em 26/02/2008 – 00h36

Música explica que a intenção é prevenir o desperdício da iguaria

Ao final da conversa, o grupo abandona a varanda e parte para a cozinha para fazer uma boquinha. Enquanto Juliana, Rafinha e Felipe comem, Marcos que também está na cozinha retira da lixeira uma lata de leite condensado cheia com um colher dentro. “Nossa, olha isso!”, diz Marcos pegando a lata com cautela do lixo.

“Nossa, jogaram a lata inteira fora”, reclama Rafinha que furioso pega a lata fechada e esconde no fundo do armário. “Agora ninguém mais vai fazer isso”, completa o músico. Ninguém se acusa como autor do “delito”

Fonte: http://bbb.globo.com/BBB8/Noticias/0,,MUL313640-9451,00-RAFINHA+ESCONDE+LEITE+CONDENSADO.html

Vícios Modernos | Leite Condensado

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Escrito por marizinhafernandez | Publicado em Curiosidades sobre o Leite Condensado, Leite Condensado na Imprensa | 05-02-2008

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Fabiana Scaranzi | Leite Condensado

Por Cristina Fibe Gambirasio
da Equipe de Trainees da Folha

“Gosto de olhar doce, gosto de comer doce, gosto de fazer doce.”

Quem olha não adivinha, mas a jornalista Fabiana Scaranzi é viciada em leite condensado ou em qualquer doce que o tenha como ingrediente.

A ex-apresentadora da previsão do tempo diz comer até três latas de leite condensado por semana, sem contar as embalagens individuais do produto que carrega na bolsa, para os casos de “emergência”. “Não consigo almoçar ou jantar e sair da mesa sem comer sobremesa. Geralmente um doce à base de leite condensado ou algo com cobertura de brigadeiro.”

Ex-modelo, Scaranzi acha que não engorda por causa da alimentação saudável que mantém quando come salgados, apesar de não gostar. “Eu largo uma baita duma refeição para comer um prato de doce, não faço a menor questão de comer salgado.”

Scaranzi, para cuidar da saúde e com medo da diabetes, faz exames de glicemia de seis em seis meses, há cerca de cinco anos, mas é viciada desde a adolescência. Para ela, o doce é uma “necessidade física”. “Se tornou um calmante, como se fosse um remédio. Eu como aquilo, fico super-calma, supertranqüila.”

O vício é de família: o pai já tinha compulsão por doces, e, segundo Scaranzi, tudo indica que seu filho, hoje com dez anos, seguirá o mesmo caminho.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/treinamento/vicios/te1706200440.shtml

Nestlé construirá fábrica de leite condensado para exportação

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Escrito por marizinhafernandez | Publicado em Leite Condensado na Imprensa | 22-01-2008

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MOÇA FEITA EM CASA

  

Fabrícia Peixoto

Em plena época de Natal, que costuma ser festiva para os cofres da Nestlé, a empresa recebeu um autêntico presente de grego. Na semana passada, a Secretaria de Direito Econômico (SDE) divulgou relatório contrário à compra da Garoto, anunciada no início do ano. Colocou um pouco de água na champanhe da multinacional suíça. Mas enquanto o imbróglio no segmento de chocolates não se resolve – ainda haverá muita discussão sobre o tema – o jeito é tocar para frente os novos projetos. O principal deles já está aprovado: no próximo ano será erguida uma nova fábrica de leite condensado, somente para exportação. Mais: segundo o mercado, o País se transformaria no grande pólo de fabricação do produto, assumindo parte da produção européia. A Nestlé não dá detalhes da operação, mas o próprio presidente da subsidiária, Ivan Zurita, confirmou que a construção de uma nova unidade está prevista no orçamento de 2003, de US$ 150 milhões.

Com a desvalorização do real, o produto – feito basicamente de açúcar e leite – ficou mais barato do que o similar europeu (que usa açúcar de beterraba). Resultado: o produto brasileiro ganhou prestígio e hoje é disputado por mais de 30 países. “A nova fábrica tem tudo para acontecer, independentemente dos problemas com a Garoto”, diz o consultor Marcos Gouvêa de Souza, especialista em varejo.

Paulo Giandalia - Valor

As unidades da Nestlé em Araraquara (SP) e Montes Claros (MG) operam com capacidade máxima, atendendo os mercados interno e externo. Com a nova fábrica, elas serão direcionadas apenas para as vendas domésticas. Em nenhum lugar do mundo consome-se tanto leite condensado como no Brasil: são 200 mil toneladas de leite condensado por ano. Somente a Nestlé vende sete latas de Leite Moça por segundo. O produto que inaugurou os negócios de Henri Nestlé, em 1866, é hoje o carro-chefe da empresa no País. Em 2001, as vendas atingiram R$ 240 milhões – cerca de 52% do total do mercado. O desafio da multinacional agora é repetir a façanha no campo das exportações.


Zurita, presidente: Unidade está prevista

“Neste ano, as vendas de produtos lácteos para o mercado externo devem crescer 112%. E o leite condensado está nesse bolo”, diz Jorge Rubez, presidente da associação brasileira dos produtores de leite. A participação do leite condensado brasileiro no mercado externo ainda é pequena – começou timidamente no início do ano, com a Nestlé – mas os produtores do setor estão confiantes no aumento das vendas. Em maio, cinco empresas nacionais se uniram numa trading, a Serlac, para exportação de lácteos: Itambé, Embaré, CCLE, Iupisa e Confipar. “É uma virada. Até o ano passado éramos importadores”, diz André Mesquita, diretor da Serlac.
 

Fonte: Revista Isto É Dinheiro – Quarta-feira, 18 de Dezembro de 2002

Lácteos embalam avanço da Embaré

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Escrito por marizinhafernandez | Publicado em Leite Condensado na Imprensa | 22-01-2008

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A aposta nos segmentos de leite condensado e bebidas lácteas ajudou a mineira Embaré a crescer acima da média do mercado neste ano. A empresa, que tem sede em Lagoa da Prata, registrou crescimento de 10,6% em receita e de 44,3% em volume de produção no acumulado de janeiro a setembro em comparação a igual período do ano passado.

No mesmo período, conforme dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq), o volume de leite produzido no país cresceu 2,36%. Haroldo Antunes, diretor-presidente da Embaré, associa o desempenho às operações da fábrica de leite condensado, inaugurada em junho do ano passado em Lagoa da Prata e que recebeu investimento de R$ 53 milhões.

Conforme o executivo, a unidade tem potencial para produzir 3,3 mil toneladas de leite condensado e 1 mil toneladas de bebidas lácteas por mês e hoje opera com 65% de sua capacidade. A capacidade total de produção de leite condensado da empresa é de 4,5 mil toneladas por mês. Neste segmento, a Embaré detém 10% de participação de mercado.

A empresa também iniciou a exportação de leite condensado, tendo enviado em setembro 6 contêineres do produto ao exterior.

A opção do grupo pelo produto acompanha uma tendência do mercado de lácteos e tem garantido melhor rentabilidade em relação ao leite em pó. “O avanço da importação de leite está deprimindo tremendamente os preços”, afirma Antunes. Segundo ele, o preço médio da embalagem de 10 quilos de leite em pó caiu 20% de julho de 2005 até agora, passando para R$ 64.

Essa queda também deprimiu os preços do leite condensado, que em média custam a metade do valor do leite em pó (comparando por peso). “De um modo geral, a concorrência cresceu muito no setor de laticínios e derrubou preços. Tivemos que processar muito mais lente para garantir crescimento de receita.”

Os produtos lácteos representam 80% da receita da Embaré, que o ano passado foi de R$ 347 milhões. Para este ano, a previsão é manter o ritmo de crescimento em torno de 10%.

O aumento da produção de laticínios levou a Embaré a subir no ranking dos laticínios. Em 2003, de acordo com o ranking da Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Leite Brasil), a empresa era o 11 maior laticínio do país, com captação diária de 218,7 mil litros de leite por ano. Este ano, a empresa subiu para a sexta posição, com uma captação de 1,1 milhão de litros de leite, contra 950 mil o ano passado.

O volume tende a crescer nos próximos anos. A empresa mantém o projeto de instalação de um novo complexo industrial no município de Sarandi (RS) a partir do segundo semestre de 2007.

O projeto receberá investimento de R$ 237 milhões e será concluído em 2008. O complexo vai produzir leite em pó e manteiga, destinados principalmente à exportação, e demandará 1 milhão de litros de leite por ano, praticamente dobrando a capacidade produtiva da Embaré.

No mercado de caramelos, a empresa conseguiu expandir as exportações em 7% no volume físico, e em 17% em receita. A empresa exporta hoje 7,5% do que produz. “Tivemos que aumentar os preços no exterior por causa do real valorizado”, diz Antunes. O grupo também ganhou quatro novos clientes, aumentando para 48 países importadores. Os principais clientes são do Iraque e da Palestina.
 

Fonte: JORNAL VALOR – 4/10/2006

Exportações de lácteos somam US$ 28,6 milhões de janeiro a março

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Escrito por marizinhafernandez | Publicado em Leite Condensado na Imprensa | 22-01-2008

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Os principais compradores de leite em pó brasileiro foram Argélia (724 toneladas) e Nigéria (370 toneladas). Queijos, leite condensado e leite em pó correspondem a 91,6% das exportações de lácteos em março, ou seja, US$ 7,7 milhões.

Alimento Seguro (11/04/2005) — As exportações brasileiras de produtos lácteos renderam ao País US$ 28,6 milhões entre janeiro e março, valor 141,9% maior que os US$ 11,8 milhões registrados em igual período do ano passado. Em volume, as exportações somaram o equivalente a 17,7 mil toneladas; 95,4% a mais que as 9 mil toneladas do primeiro trimestre do ano passado. Dados referentes exclusivamente a março indicam exportações de US$ 8,4 milhões, relativos a 5,9 mil toneladas; frente US$ 6,1 milhões, ou 4,3 mil toneladas, em março do ano passado. “Mesmo com câmbio desfavorável, as exportações aumentaram substancialmente. As importações também cresceram, mas não retornaram a patamares anteriores a 2004″, diz o presidente da Comissão Nacional de Pecuária de Leite da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNPL/CNA), Rodrigo Alvim.

“A situação cambial não é favorável, mas em contrapartida estão mantidas as medidas antidumping contra importações de leite em pó da Argentina e Uruguai, os principais exportadores de lácteos para o Brasil. Dessa forma, o produtor brasileiro está livre da concorrência de um produto que seja vendido abaixo do custo de produção”, diz Alvim. As importações de lácteos atingiram o equivalente a 18,1 mil toneladas nos primeiros três meses do ano, gerando despesa de US$ 31,3 milhões. No primeiro trimestre do ano passado, as importações de lácteos foram de 11,3 mil toneladas, representando gasto de US$ 16,6 milhões.

O saldo final, resultado do total de exportações menos as importações, mostra que a cadeia da pecuária de leite está apresentando resultados mais positivos em 2005, devendo o País encerrar o ano novamente com balança superavitária. No acumulado entre janeiro e março, o déficit da balança comercial de lácteos foi de US$ 2,7 milhões; enquanto que em igual período do ano passado o déficit era de US$ 4,7 milhões. Ou seja, em 2004, o Brasil iniciou o ano com déficit na balança comercial de lácteos e encerrou o período com saldo positivo de US$ 11,5 milhões. Em 2005, destaca Alvim, o déficit da balança de lácteos no início do ano é menor, as exportações continuam em crescimento e já representam 59% das remessas de 2003, que foram de US$ 48,5 milhões. “No entanto, a questão do câmbio ainda preocupa”, afirma.

O principal produto da pauta de exportações de março foi o leite condensado, com remessas de US$ 3,2 milhões. Angola foi o principal comprador de leite condensado brasileiro no mês passado, com negociações de US$ 1 milhão, referentes a 1,1 mil toneladas. Em segundo lugar no ranking das exportações de lácteos ficaram os queijos, gerando faturamento de US$ 2,3 milhões. Somente a Coréia do Sul comprou 244 toneladas de mussarela brasileiro, o que rendeu divisas de US$ 560 mil. O terceiro principal produto da pauta de exportações da balança de lácteos foi o leite em pó, com remessas de US$ 2,2 milhões. Os principais compradores de leite em pó brasileiro foram Argélia (724 toneladas) e Nigéria (370 toneladas). Queijos, leite condensado e leite em pó correspondem a 91,6% das exportações de lácteos em março, ou seja, US$ 7,7 milhões.

Segunda-feira, 11 de abril de 2005

fonte: Assessoria de Comunicação CNA

UE elimina restituições à exportação de leite em pó e leite condensado

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Escrito por marizinhafernandez | Publicado em Leite Condensado na Imprensa | 22-01-2008

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O Conselho Lácteo do Reino Unido noticiou a eliminação das restituições à exportação de leite inteiro em pó e de leite condensado no Comité de Gestão do sector da União Europeia, realizado no passado dia 25 de Janeiro.

Esta é a quinta redução das restituições nos últimos quatro meses e justifica-se pelo ressurgimento dos preços da proteína láctea e pelo aumento da procura de licenças de exportação da União Europeia.

As restituições à exportação de produtos de manteiga sofreram uma redução de 2,1 por cento, enquanto as das natas reduziram-se em 4,1 por cento. As restituições às vendas de queijo não registaram alterações, mantendo-se os valores estabelecidos a 16 de Novembro, lê-se no Agrodigital.

A maior parte das exportações de manteiga e leite desnatado em pó realizaram-se através do sistema de licitação, com licenças concedidas para 14689 toneladas. É que a procura de manteiga comunitária é alta, o que está reflectido no facto de, em Janeiro, as quantidades de manteiga com restituição, no âmbito do sistema de licitação, terem sido as mais altas dos últimos dois anos.

Publicado em: 31-01-2007 12:31
Fonte: Agrodigital.com

Leite condensado: segmento fortalece exportação de lácteos

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Escrito por marizinhafernandez | Publicado em Leite Condensado na Imprensa | 22-01-2008

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Boa parte do crescimento do setor lácteo brasileiro no exterior deve-se ao fortalecimento do segmento de leite condensado. Nos dez primeiros meses de 2004, a indústria do leite exportou US$ 68,6 milhões, 102,5% a mais do que os US$ 33,9 milhões registrados em igual período do ano passado. Em volume, a remessa de lácteos para fora do País, de janeiro a outubro, foi de 50,3 mil toneladas.

Só em outubro deste ano, as exportações atingiram US$ 11 milhões. Deste total, o leite condensado foi o segundo principal produto lácteo vendido, com US$ 3,8 milhões, perdendo somente para as remessas de leite em pó. Juntos, por sinal, leite em pó e leite condensado representam 80% das exportações de lácteos brasileiros, atingindo mais de 20 países.

O leite condensado brasileiro tem boa receptividade em vários países do mundo, principalmente os árabes. A Arábia Saudita é a maior importadora do produto. O Brasil também tem conseguido se destacar em competitividade diante de grandes produtores mundiais, como a Austrália, Nova Zelândia e a União Européia.

O produto brasileiro destaca-se pela qualidade, pela escala de produção com alto padrão tecnológico e por oferecer valor agregado. O fortalecimento do leite condensado brasileiro no exterior deve ajudar o País a fechar o ano de 2004 com superávit comercial na balança do setor lácteo, façanha não alcançada há anos.

No mercado interno, a principal disputa pela preferência do consumidor se dá entre a Nestlé, dona da tradicional marca Leite Moça, e a mineira Itambé, que ocupa o segundo lugar no mercado nacional de leite condensado e o primeiro em Minas Gerais. A Itambé também exporta seu produto, criado há quatro anos, para países da África, América Latina e Oriente Médio.

No Brasil, a marca mais vendida ainda é a Leite Moça, nas gôndolas dos supermercados desde 1921. A Nestlé, porém, viu sua participação no mercado cair nos últimos anos. Há uma década, a multinacional suíça dominava 100% do segmento de leite condensado. Hoje, sua fatia no bolo está em cerca de 44%, segundo dados da AC Nielsen.

A Nestlé, assim, procurou inovar, lançando uma embalagem do Leite Moça com novo design: uma lata com sinuosidade, que está disponível apenas no mercado nacional, desde setembro.

Fonte: Krone News – Dezembro de 2004 – no.33 – http://www.krones.com.br/Boletim/Edicao33/materia5.htm

OCB comemora recordes na exportação de leite

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Escrito por marizinhafernandez | Publicado em Leite Condensado na Imprensa | 22-01-2008

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O ano de 2004 promete ser um sucesso para as cooperativas de leite. Só nos primeiros oito meses do ano, o valor das exportações dessas cooperativas chegou a US$ 20 milhões, dos US$ 49 milhões de receitas totais de leite e derivados vendidos pelo país no mercado externo – um montante superior ao obtido em todo o ano passado. Os produtos lácteos brasileiros com maiores receitas de exportação são leite em pó, leite condensado e queijo, com US$ 44 milhões faturados. Os destinos principais são o Norte da África, a Ásia e o Oriente Médio.

No mercado interno, o consumo per capita de leite em 2004 se elevou de 129 para 130 litros por habitante ao ano. Só no primeiro trimestre de 2004 ocorreu um aumento de 2,8% da produção brasileira, em relação ao mesmo período de 2003.

As cooperativas são responsáveis pela produção de 5,2 bilhões de litros, ou 40% da produção nacional. Os maiores centros cooperativos leiteiros estão em Goiás, Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Goiás e Rio de Janeiro. São 288 cooperativas com 150 mil associados.

Na entressafra, de maio a setembro, o leite provoca um déficit comercial ao país. Mas, neste ano, até agosto, o déficit foi reduzido para US$ 4,9 milhões, contra os US$ 49,5 milhões no mesmo período do ano passado. Trata-se da maior redução do déficit do leite na história do país, provocada principalmente pelo aumento da produção, aumento da exportação e diminuição da importação. O recorde é comemorado pelos cooperativistas, testemunha o assessor técnico da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Marcelo Barroso: “Sempre viramos o ano com déficit, mesmo durante a safra de outubro. A expectativa desse ano é ter superávit”.

Data: 22-09-2004
Fonte: Redação Agronline.com.br

Cresce o interesse pela exportação de lácteos

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Escrito por marizinhafernandez | Publicado em Leite Condensado na Imprensa | 22-01-2008

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A conquista do mercado externo dos produtos lácteos é o tema que atualmente mais desperta atenção entre as empresas de laticínios. Basta ver que um evento realizado pela Associação Leite Brasil em sua sede em São Paulo, dia 27 de agosto, reuniu cerca de oitenta executivos do setor, todos interessados no descobrimento do caminho da mina.

Mas para que o país se transforme de fato num poderoso player mundial desses produtos, primeiro terá que fazer a lição de casa, como mostraram os três palestrantes do I Seminário Removendo Obstáculos para o Crescimento da Exportação de Lácteos do Brasil que  teve patrocínio do Ministério da Agricultura e o apoio da Faesp e Senar São Paulo.

Todos foram unânimes em considerar que as chances do Brasil nesses negócios são inegáveis, mas para que elas se realizem é fundamental que o Brasil ofereça os produtos que eles querem comprar e a cadeia láctea esteja impregnada com a “cultura da exportação”.

Segundo Vicente Nogueira Neto, diretor do Departamento Econômico da Confederação Brasileira de Cooperativas de Laticínios (CBCL), são várias as providências a serem tomadas, como a “remoção da burocracia, a criação de linhas de financiamentos para as empresas, aproximação com nações com potencial de compra de nossos produtos, caso do México, um dos maiores importadores de leite do mundo, entre outras providências”.

Na opinião de André Mesquita, diretor da trading Serlac, o Brasil é muito competitivo no leite evaporado, em pó e principalmente no leite condensado, cujo custo de produção não tem rivais entre os países concorrentes. “Mas para chegarmos lá temos que superar fortes obstáculos, como barreiras sanitárias de outros países” e tomar algumas providências básicas, como a criação de embalagem padrão para os lácteos dirigidos para o mercado externo.

Alexandre Gomes Fernandes, fiscal do SIPA, Ministério da Agricultura, em Minas Gerais, disse que “nenhuma empresa do Brasil está apta para exportar para a União Européia, cujas exigências de qualidade não são atendidas pela nossa legislação, mesmo com as novas normas de produção criadas recentemente”. Ele informou ainda que existem no Brasil quase 2 mil laticínios com SIF, dos quais apenas 5% estão legalmente capacitados para a exportação.

O Brasil, por enquanto, é uma promessa como plataforma exportadora de lácteos, mas os números estão crescendo rapidamente. Em 2001 exportou cerca de US$ 25 milhões e no ano passado US$ 40 milhões. Experts do setor acreditam que dentro de dez anos as exportações podem crescer mais de dez vezes, chegando a US$ 500 milhões.

João Castanho Dias
Assessor de Imprensa
imprensa@leitebrasil.org.br
(11) 221-3599

Setembro/2003

Fonte: http://www.leitebrasil.org.br/release.htm
 

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