Vícios Modernos | Leite Condensado

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Escrito por marizinhafernandez | Publicado em Curiosidades sobre o Leite Condensado, Leite Condensado na Imprensa | 05-02-2008

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Fabiana Scaranzi | Leite Condensado

Por Cristina Fibe Gambirasio
da Equipe de Trainees da Folha

“Gosto de olhar doce, gosto de comer doce, gosto de fazer doce.”

Quem olha não adivinha, mas a jornalista Fabiana Scaranzi é viciada em leite condensado ou em qualquer doce que o tenha como ingrediente.

A ex-apresentadora da previsão do tempo diz comer até três latas de leite condensado por semana, sem contar as embalagens individuais do produto que carrega na bolsa, para os casos de “emergência”. “Não consigo almoçar ou jantar e sair da mesa sem comer sobremesa. Geralmente um doce à base de leite condensado ou algo com cobertura de brigadeiro.”

Ex-modelo, Scaranzi acha que não engorda por causa da alimentação saudável que mantém quando come salgados, apesar de não gostar. “Eu largo uma baita duma refeição para comer um prato de doce, não faço a menor questão de comer salgado.”

Scaranzi, para cuidar da saúde e com medo da diabetes, faz exames de glicemia de seis em seis meses, há cerca de cinco anos, mas é viciada desde a adolescência. Para ela, o doce é uma “necessidade física”. “Se tornou um calmante, como se fosse um remédio. Eu como aquilo, fico super-calma, supertranqüila.”

O vício é de família: o pai já tinha compulsão por doces, e, segundo Scaranzi, tudo indica que seu filho, hoje com dez anos, seguirá o mesmo caminho.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/treinamento/vicios/te1706200440.shtml

Amamentação com leite condensado sem açúcar

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Escrito por marizinhafernandez | Publicado em Curiosidades sobre o Leite Condensado | 22-01-2008

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Como reduzir a transmissão de HIV de mãe para filho?
Amamentação com leite condensado sem açúcar

O que aumenta o risco de infecção do bebé com HIV?

É um facto reconhecido que se a saúde da mãe não estiver boa ou se ela manifestar sintomas de SIDA, o risco da sua transmissão para a criança é maior. Se a mãe for portadora de uma doença de transmissão sexual não tratada (DTS’s), pode também aumentar o risco. (vide a folha de factos 8 sobre as DTS”s)

Tratamentos para reduzir a transmissão do HIV durante a gravidez?

Entretanto já foram desenvolvidos tratamentos medicinais que reduzem o risco de transmissão do HIV de mãe para filho e o mais comum chama-se AZT. Um estudo realizado nos EUA e na França mostrou que o risco de transmissão reduzia em 60%, quando AZT era tomada pela mãe nos primeiros 3 meses, administrado de forma intravenosa durante o parto e administrado ao recém-nascido em forma líquida depois do parto. Contudo esta forma longa de tratamento é cara e não é acessível para muitas mulheres positivas, principalmente nas comunidades rurais. Assim, outras formas de tratamento foram desenvolvidas e, ensaios tiveram lugar na Tailândia, onde mulheres positivas receberam o AZT no ultimo mês da gravidez e 3 vezes durante os trabalhos de parto, tendo o risco de transmissão caído em 50%. É de salientar que neste estudo nenhuma mulher teve este tratamento até ao período de amamentação. Outros ensaios tiveram lugar, como foi o caso da PETRA na África do Sul, Uganda e Tanzânia, onde as mulheres receberam o AZT durante o parto, seguindo-se mais uma semana tanto para ela como para a criança, tendo, outras mulheres continuado até a amamentação. Os primeiros resultados anunciados em Fevereiro de 1999, davam a conhecer que o tratamento reduzia o risco em 37%. Entretanto e no geral teremos que esperar por resultados de longo prazo para o conhecimento global da eficácia deste tratamento na redução dos riscos de transmissão de mãe para filho, uma vez que algumas da mães procederam à amamentação

Estratégias de redução de transmissão de HIV durante o parto:

- Administrar medicamento anti – HIV às mulheres antes e depois do parto;
- Evitar procedimentos invasivos desnecessários (incisões ou exames médicos) que podem causar infecções;
- Os médicos e as parteiras cuidando das mulheres positivas são aconselhados a evitar a rotura artificial das membranas durante o trabalho de parto eassegurar que o tempo gasto no trabalho de parto seja o mais curto possível.
- Uma pesquisa está em andamento no que concerne à administração de vitaminas a base de suplementos minerais às mulheres com gravidez, em particular destaque para aquelas com insuficiência de vitamina A. (Contudo as mulheres que consomem uma dieta variada e nutritiva raramente manifestam a insuficiência em vitamina A, mas quando aplicada em excesso pode ser perigoso para o bebé e, por isso, aconselha-se a pedir conselho acerca disso).
- Evitar a transmissão de HIV através do leite do peito, onde existem métodos alternativos de alimentação das crianças.
- Constitui factor de alto risco se a mulher tornar-se HIV positiva durante a gravidez ou no período de amamentação.

Amamentação e a transmissão de HIV

Foi em 1985, que casos concretos de transmissão de HIV de mãe para filho através de amamentação foram pela primeira vez documentados. Até 1999, o nível de risco é minimamente percebido, mas muito ainda falta por se saber sobre os riscos e mecanismos de transmissão. Este fenómeno é tão difícil pelo facto de saber-se que a amamentação é a melhor forma de alimentação das crianças. Teme-se que se todas as mães positivas deixarem de amamentar, muitas crianças perderão os benefícios da alimentação através do leite do peito por conseguinte correr-se-á o risco de morrerem por doenças relacionadas com a pobreza tais como a malnutrição ou a diarreia.
Entende-se também que a amamentação reduz o risco de concepção nos primeiros 6 meses, por isso, as mulheres que não amamentam devem usar métodos contraceptivos para evitar a gravidez.

Quanto arriscada é amamentação?

O HIV pode ser transmitido através da amamentação. Nas comunidades onde os bebés se alimentam através do leite do peito, cerca de um 1/3 das crianças positivas assim se tornaram por amamentação.

A amamentação constitui um factor de alto risco sobretudo quando:
- A mãe se infecta de HIV durante a gravidez ou amamentação;
- Os mamilos da mãe têm arranhões ou se ela tiver abscessos ou outros problemas na mama;
- A mãe manifestar sintomas de doenças relacionadas com HIV;
- O bebé tem feridas na boca ou intestinos inflamados;

Alternativas ao método de amamentação

Para permitir uma alternativa segura de amamentação a mulher precisa de:
- Fornecimento de água potável;
- Saber como substituir alimentos de forma segura;
- Ter acesso ao fornecimento de leite de substituição garantido pelo menos num período de vários meses, ou um ano;

O leite de substituição pode ser uma fórmula industrializada, papas de feijão, ou leite animal modificado. Leite animal fresco, leite em pó ou leite condensado não açucarado deve ser submetido à transformações para ser propício para alimentação dos bebés. Caso concreto, para preparar leite fresco de vaca: misture 100ml de leite com 50ml de água e 2 colheres de sopa de açúcar e ferva-o.
É de recordar que o tratamento de AZT não beneficia directamente a mãe, mas sim serve apenas para reduzir o risco de transmissão de HIV desta para o filho.Assim, se a mãe tomar AZT durante a gravidez, recomenda-se o seu abandono após o parto se o médico assim o aconselhar.

Fonte: www.icw.org – International Community of Women Living with HIV/AIDS

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